5/7/2022

Saiba o que é logística reversa e qual sua função

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Trate genericamente do fluxo físico de produtos, embalagens e outros materiais de acordo com a Logística Reversa. Continue a leitura e saiba mais!

Ao administrar uma empresa, é preciso ter atenção com diversos fatores, como a entrega, frete, logística no geral e afins. Nesse sentido, você deve buscar métodos que tornem a gestão do negócio mais assertiva. E é nesse cenário que surge o conceito de logística reserva. Então, a seguir, descubra o que é essa modalidade e qual a sua função.

No geral, podemos afirmar que a logística reversa abrange os procedimentos pós-consumo ou pós-venda, visando aproveitar ou descartar corretamente os resíduos do item vendido. Sendo assim, entenda melhor sobre o assunto abaixo.

Definição de logística reversa

Inicialmente, é interessante trazer uma definição do tema que pretendemos discutir hoje. Nesse sentido, tenha em mente que a logística reversa reúne diversos meios e procedimentos com o intuito de encaminhar o pós-venda ao setor empresarial. Com isso, o principal objetivo é reaproveitar ou dar o fim correto aos resíduos usados.

Esse é um conceito que tem se tornado popular hoje em dia, mas desde 2010 ele já é discutido. Isso porque esse foi o ano da publicação da Política Nacional de Resíduos Sólidos, junto à lei de n° 12.305/2010.

Dentre as definições discutidas, a mais relevante foi a responsabilidade dos fabricantes, comerciantes, importadores e distribuidores em relação ao ciclo de vida dos produtos.

Nesse sentido, as empresas e órgãos públicos devem, a todo momento, promover ações que tenham o foco de diminuir o volume de rejeitos e resíduos sólidos. Outra prioridade também é reduzir o impacto prejudicial à nossa saúde e ao meio ambiente. Nesse cenário, vemos a criação da logística reversa.

A importância da logística reversa para as empresas

A depender do setor de atuação da sua empresa, pode ser que a implementação da política de logística reversa seja uma obrigação legal. Os principais exemplos são os fabricantes, distribuidores, comerciantes e importantes de pneus, óleos lubrificantes, lâmpadas fluorescentes e agrotóxicos.

Caso você tenha uma indústria que trabalha nesses segmentos ou afins, comece a traçar uma estratégia de recolhimento das embalagens e produtos. Para isso, você pode, por exemplo, disponibilizar pontos de coleta ou parcerias com outras cooperativas.

Claro que existem outras formas de fazer isso, mas depende de cada empresa. Inclusive, se você não tem essa obrigação, saiba que cooperar com outras indústrias pode ser benéfico para a sua marca. Isso gera confiança com os consumidores.

Os clientes hoje em dia estão se tornando mais exigentes, e por isso, você deve oferecer diferenciais.

Logística reversa na prática

Após entender a logística reversa e para que serve, saiba como ela é na prática. No geral, afirma-se que essa política se trata de uma responsabilidade compartilhada, envolvendo órgãos públicos, as empresas privadas e os cidadãos.

O cidadão atua de forma independente. Nesse caso, você, na posição de cidadão, deve entregar no local definido os resíduos utilizados. Isso faz com que as empresas continuem a disponibilizar os locais de coleta e demais estratégias.

Em se tratando das empresas privadas, elas devem fazer uma gestão ambiental adequada. Para isso, essas empresas podem prevenir desperdícios ou poluição, oferecer produtos sustentáveis e promover o descarte consciente.

Por fim, o poder público tem como tarefa fiscalizar os processos das empresas privadas, além de definir obrigações para o setor privado. Por outro lado, outra função dos órgãos públicos é educar os cidadãos. Não basta que as empresas apliquem a logística reversa, os cidadãos devem entender a sua importância.

Etapas do processo de logística reversa

Ao analisar o processo de logística reversa, vemos que ele tem 5 etapas, pelo menos. Na primeira etapa, os cidadãos devem ser conscientizados acerca do seu papel nesse processo. A responsabilidade, nesse caso, é do poder público, mas nada impede o setor privado.

Em seguida, o consumidor deve devolver a embalagem ou produto adquirido ao comerciante. Na terceira etapa, o comerciante remete esse item ao fabricante. Inclusive, em todo esse ciclo, o fabricante pode também ser um importador, e o comerciante pode ser distribuidor.

Na 4ª etapa, o importador ou o fabricante deve encaminhar o produto para o destino adequado, seja ele reciclagem, reuso ou descarte. Por fim, na 5ª etapa o poder público deve fiscalizar essa cadeia, a fim de garantir o processo adequado. Destaca-se que essas etapas podem ser aplicadas aos formatos de pós-venda e de pós-consumo.

Principais modalidades de logística reversa

A logística reversa possui duas modalidades principais, que são a de pós-consumo e a de pós-venda. Antes de adotar a logística reversa, entenda os seus principais tipos e qual deve ser adotado pela sua empresa.

Pós-venda

Na logística reversa pós-venda vemos que o produto retorna para a cadeia de distribuição antes mesmo do seu uso. Isso ocorre devido a erros no pedido ou defeito na mercadoria. Porém, pode ter outras causas também.

Para esse tipo de problema, a empresa deve se planejar para receber e encaminhar os produtos e como isso será feito. Além disso, é necessário definir os meios de controle para o fluxo fixo bem como dos dados logísticos acerca dessa estratégia.

Na maioria das vezes, o item passa por melhorias e volta para a loja, o que agrega valor. Dentre as principais causas para a logística reversa pós-venda, podemos citar:

  • Defeito no funcionamento ou de fábrica;
  • Avarias na embalagem ou produto;
  • Erro na hora de emitir o pedido;
  • Danos ao longo do transporte;
  • Prazo de validade; e
  • Recall.

Pós-consumo

Por outro lado, temos a logística reversa pós-consumo. Nesse caso, o produto foi usado e chegou o momento do seu descarte. Por conta disso, a empresa deve ter uma política de recebimento e encaminhamento adequado desses itens para o seu ciclo produtivo.

Ou seja, se o item ainda está em condições de uso, ele pode ser reutilizado. Caso tenha chegado ao final de sua vida útil, alguns de seus elementos podem ser reaproveitados. Por fim, se existe algum risco ambiental, a empresa deve descartar o produto da maneira adequada.

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